Um espaço estruturado para sentimentos, memórias e recomeços — criado para acompanhar você enquanto atravessa o luto, no seu próprio ritmo.
Não é um prazo para “superar” o luto. É uma jornada para atravessá-lo com espaço, palavras e presença.
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O diário não promete um atalho. Ele oferece um espaço estruturado para acompanhar o que está acontecendo dentro de você — sem exigir que você escreva bonito, escreva muito ou esteja aqui todos os dias.
O diário acompanha a experiência enquanto ela muda: primeiro acolhendo a realidade da perda, depois dando espaço à dor, ajustando-se a um mundo diferente e, por fim, encontrando um jeito de manter essa pessoa presente enquanto você segue vivendo.
Se em algum dia só der para escrever uma palavra — ou nada — tudo bem. Volte quando puder.
Cada fase reúne três semanas de trabalho, com um tema central e páginas diárias para registrar o que você está vivendo.
Acolher a realidade da perda, no seu tempo, sem pressa e sem se cobrar por isso.
Semanas 1–3Dar espaço para a dor em suas diferentes formas: tristeza, raiva, culpa, alívio e saudade.
Semanas 4–6Adaptar-se, aos poucos, a um mundo que agora carrega essa ausência dentro dele.
Semanas 7–9Encontrar um jeito de manter essa pessoa presente em você enquanto segue vivendo sua vida.
Semanas 10–12Cada semana combina orientação, perguntas de reflexão, registro diário, autocuidado e um fechamento para perceber o que mudou.
Registre energia e intensidade da dor e responda à pergunta central do dia.
Um pequeno espaço para lembrar que você também existe dentro desse processo.
Olhe para o caminho percorrido sem transformar isso em prova ou pontuação.
Espaço recorrente para registrar uma pequena lembrança da pessoa que você quer guardar.
Recursos para momentos difíceis e orientação para buscar ajuda quando necessário.
Frases prontas para ajudar a comunicar necessidades quando explicar o que você precisa parece difícil.
A jornada olha para choque, saudade, raiva, culpa, corpo, mudanças na rotina, identidade, necessidade de pedir ajuda, memórias e a possibilidade de voltar a viver.
Na Semana 6, o foco é culpa, arrependimento e aquilo que ficou por dizer. Na Semana 10, a proposta passa a explorar formas de manter a conexão viva. Na Semana 11, aparece a permissão para seguir vivendo.
O diário orienta que não existe ritmo certo: você pode usar todos os dias, uma vez por semana ou quando conseguir.
Uma página de cada vez.Existe uma diferença entre esquecer e encontrar um novo jeito de carregar alguém com você. Esta jornada foi construída para abrir espaço para esse processo.
QUERO CONHECER O DIÁRIO →O Diário de Luto Interior é um material digital estruturado em 12 semanas, com quatro fases e páginas para acompanhar diferentes aspectos da experiência do luto.
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Não. O diário orienta que não existe ritmo certo. Você pode usar todos os dias, uma vez por semana ou quando conseguir.
Não. As 12 semanas não são um prazo para “superar” o luto. O material foi criado para acompanhar o processo enquanto ele se transforma.
Não. Ele é uma ferramenta de apoio e reflexão pessoal e não substitui terapia, grupo de apoio ao luto ou acompanhamento médico.
As páginas oferecem perguntas específicas e espaços guiados. Você não precisa escrever bonito, nem muito.